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Obrigado por Sua Visita
Meu nome é José Carlos Pereira, sou Presbítero da Igreja, Comendador Eclesiástico, Ordem do Mérito Teológico Científico.  Sou Signatário do Pacto Global das Nações Unidas, Membro da Anistia Internacional, Voluntário da Cruz Vermelha Brasileira, Conselheiro de Atenção ao Uso Indevido de Substância Psicoativas, com curso  SUPERA (Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento), Promovido pela SENAD - Secretaria Nacional Anti Drogas e Universidade Federal de São Paulo., e preocupado com o problema referente ao uso indevido de substâncias psicoativas. Construi este site, visando, dentro do Projeto para o Milênio das Nações Unidas, dar a minha colaboração. Sou Palestrante de Atenção à Droga e Álcool, e disponibilizo - me para Palestras em Escolas, Casas de Recuperação, Igrejas, Associações Amigos de Bairro, etc.

O FLAGELO DAS DROGAS
 
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou, dados alarmantes referentes ao tráfico e consumo de drogas, os quais devem ser analisados pelos poderes públicos e sociedade brasileira com a devida atenção, eis que o país, infelizmente, insere-se entre aqueles onde este problema ocorre com maior intensidade. Informa a ONU que cerca de 5% da população global, cerca de 200 milhões de pessoas, entre 15 e 64 anos de idade, consomem algum tipo de droga ilícita ao menos uma vez no ano. Alvo de especial preocupação das autoridades ligadas à repressão ao tráfico e à saúde pública é o Brasil, uma vez que o país é o segundo da América Latina com maior número de portadores do vírus da Aids entre usuários de drogas - quase 50% dos brasileiros que utilizam drogas injetáveis são portadores do HIV. Para Santa Catarina, o tema é de grande importância. Algumas cidades do Estado, como Florianópolis, Itajaí e Balneário Camboriú, estão entre as que, em relação à população total, apresentam maior índice de soropositivos que assim se tornaram por utilizarem drogas injetáveis. Alertam ainda as Nações Unidas que o Brasil se consolidou como uma das mais concorridas rotas para o tráfico de cocaína do planeta. Tal panorama não deixa dúvidas: o país precisa dar combate sem quartel ao comércio dessas substâncias ilegais, sob pena de colocar em risco parcela ponderável da atual e das futuras gerações, além de comprometer até mesmo a solidez de suas instituições. O tráfico de drogas corrói o tecido social. Retira da força de trabalho milhares de pessoas em plena idade produtiva e, graças ao fantástico volume de dinheiro que movimenta, possui enorme capacidade de cooptar integrantes das mais importantes instituições do país. O exemplo da Colômbia aí está. Nesse país, polícia, Judiciário e parlamento foram, em anos recentes, fortemente comprometidos pela avalanche de dinheiro sujo dos cartéis do tráfico.
A polícia catarinense pretende deflagrar uma cruzada contra o narcotráfico, segundo informam seus dirigentes. Ainda hoje, o chefe da Polícia Civil, divulgará um programa para redução do número de homicídios na Grande Florianópolis cujo fulcro é exatamente o cerco aos traficantes e usuários e a repressão ao comércio clandestino e contrabando de armas. A sociedade agradece.
O combate ao tráfico, cidade por cidade, região por região, país por país, é essencial num mundo globalizado em que transações desse tipo envolvem por vezes mais de um continente. Tanto que, segundo a ONU, o mercado mundial de drogas ilícitas movimentou em 2003 cerca de US$ 321,6 bilhões, quantia que supera o Produto Interno Bruto (PIB) de 88% dos países do mundo. Não há pois tempo a perder nesta guerra.
Fonte:

BRASIL SO PERDE PARA E.U.A.

ONU: Brasil só perde para EUA no consumo de drogas

Da Agência Estado

O relatório anual do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (UNODC, sigla em inglês) mostra que a circulação de cocaína aumentou na América do Sul no ano passado, em especial no Brasil, onde o número de pessoas que consumiram a droga pelo menos uma vez no ano subiu de 0,4% da população, em 2001, para 0,7%, em 2005. Sem ser um produtor de cocaína, o Brasil é o segundo maior mercado da droga nas Américas, com 870 mil usuários, ficando apenas atrás dos Estados Unidos, segundo informa o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

"O território do Brasil tem sido crescentemente explorado por grupos do crime organizado internacional que buscam pontos de trânsito para os carregamentos de cocaína que vêm da Colômbia, da Bolívia e do Peru e seguem para a Europa. É provável que isso tenha aumentado a oferta de cocaína para o mercado doméstico brasileiro", informa o estudo, divulgado hoje.

Não é apenas o consumo de cocaína que aumentou no Brasil. O uso de maconha também cresceu, e muito mais. De acordo com a UNODC, em 2005 2,6% dos brasileiros haviam usado maconha durante o ano anterior - um número duas vezes e meia maior do que em 2001. Também nesse caso, o escritório da ONU aponta o aumento da droga disponível como responsável pelo crescimento, especialmente com a produção do Paraguai. Hoje, o país vizinho produz 5,9 mil das 10 mil toneladas produzidas na América do Sul, e boa parte termina no Brasil. De acordo com a assessoria da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), os dados do relatório foram, em boa parte, fornecidos pelo órgão brasileiro, que já tinha identificado o aumento do consumo.

Consumo

O relatório anual da UNODC aponta estabilidade no consumo de drogas, com 208 milhões de usuários no mundo - a metade deles consumidores freqüentes. Mas ressalta que o aumento da produção em alguns Países - ópio no Afeganistão e cocaína na Colômbia - é preocupante. "O aumento da oferta, juntamente com o desenvolvimento de novas rotas do tráfico, a maioria via África, pode, eventualmente, fortalecer a demanda onde ela já existe (principalmente em Países desenvolvidos) e criar novos mercados para algumas das substâncias mais perigosas do mundo (principalmente em Países em desenvolvimento)."

EUA é líder mundial em abuso de drogas, diz OMS

WASHINGTON (Reuters) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na terça-feira que os EUA têm a maior incidência do mundo de pessoas que experimentaram maconha e cocaína, apesar de suas leis rígidas que proíbem o consumo de drogas.

Países com leis menos rígidas contra drogas têm índices menores de abuso, segundo o relatório publicado no periódico PLoS Medicine, da Biblioteca Pública de Ciências.Feita com 54 mil pessoas em 17 países, a pesquisa constatou que 16 por cento das pessoas nos EUA já consumiram cocaína em algum momento de suas vidas. É um índice muito mais alto que o do segundo país na lista, a Nova Zelândia, onde 4,3 por cento das pessoas relataram ter usado cocaína.


Mais de 42 por cento dos norte-americanos admitiram ter experimentado maconha, seguidos de perto por 41 por cento na Nova Zelândia, segundo a equipe encabeçada pela Dra. Louisa Degenhardt, da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney, Austrália. Os norte-americanos também apresentam a maior tendência a já terem fumado cigarros comuns em suas vidas: 74 por cento disseram já ter usado tabaco em algum momento, embora o índice atual de fumantes no país seja muito mais baixo, 21 por cento

O segundo maior índice de pessoas que já fumaram na vida foi encontrado no Líbano --67 por cento, enquanto 60 por cento dos mexicanos e 61 por cento dos ucranianos já fumaram tabaco. "O consumo de drogas é desigual no mundo e não guarda uma relação simples com a política de cada país em relação às drogas, já que países com políticas antidrogas rígidas não apresentam índices de consumo mais baixos que os países cujas políticas são liberais", escreveu a equipe de cientistas

Em suas entrevistas, conduzidas cara a cara com as pessoas, os pesquisadores constataram que o álcool é de longe a substância mais comumente consumida. "O consumo de bebidas alcoólicas antes dos 15 anos de idade é muito mais comum nos países europeus que no Oriente Médio ou África", escreveram.Até os 21 anos de idade, até 99 por cento dos europeus, 92 por cento dos japoneses, 94 por cento dos neozelandeses e 93 por cento dos habitantes das Américas já experimentaram bebidas alcoólicas."As estimativas são mais baixas no Oriente Médio e na África (entre 40 e 63 por cento)", escreveram os pesquisadores.

"Na Holanda, Bélgica, Alemanha, França e Nova Zelândia, mais de 60 por cento dos jovens começam a beber antes dos 15 anos."Em comunicado, o Dr. Elias Zerhouni, diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, acrescentou: "Essas descobertas ... sugerem que o consumo de drogas ainda é um problema grave neste país (os EUA), indicando a necessidade de intervenções preventivas mais eficazes."

Este Site foi construido pelo Presbitero JC Pereira, para  a prevenção ao uso indevido de substâncias psicoativas, seja ela qual for, dentro do Programa 8 Jeitos de Mudar o Mundo, Pacto Global das Nações Unidas, e todo outroqualquer programa de prevenção, visando o desenvolvimento economico, social, humano e espiritual de toda a humanidade.